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Adylson Godoy, maestro, pianista, compositor e cantor, nasceu em Bauru, São Paulo. Formado pela Escola Superior de Piano Magda Tagliaferro
na classe de alta interpretação.

Cursou também Direito pela Faculdade de Direito de Bauru - SP. Foi Diretor Musical dos programas “Fino da Bossa”, “Corte Rayol Show” e “Programa Hebe Camargo”. Comandou o programa “Boa Tarde Cartaz”, na TV Excelsior.

Fez os arranjos do disco, “Dois na Bossa Volume Dois”, de Elis Regina e Jair Rodrigues, entre outros, tendo inúmeras composições gravadas por estes dois ícones brasileiros.

Obteve dezessete prêmios em Festivais (FIC Maracanãzinho, TV Excelsior, TV Record). Encerrou suas participações em Festivais após obter primeiro lugar no Festival Mundial da Venezuela, “Onda Nueva”, em 1972 com a música “Heróica” tocada por Zimbo Trio, interpretada por Sílvia Maria com arranjo do maestro Ciro Pereira. Dezesseis países concorreram, bem como músicos de alta importância como Astor Piazzola e Dave Grusin. O júri era composto por nomes internacionais como Franc Purcel, Elmer Bernestain e Charlie Bird.

De 1998 a 2003 apresentou e dirigiu o “Programa Adylson Godoy - Vida e Arte” na Redevida de Televisão apresentando compositores, intérpretes e instrumentistas da música brasileira, levando mais de 200 artistas em rede nacional.

Possui mais de 250 músicas gravadas por nomes como Elizete Cardoso, Taiguara, Rosa Maria, Alaíde Costa, Silvia Maria, Maria Odete, Claudya, Walter Wanderley, Zimbo Trio, Bossa Jazz Trio, Elis Regina, Jair Rodrigues, Agnaldo Raiol, Márcia, Ronie Von, Leni Groves, Joe Pass, Nicolletta , Clara Nunes que se lançou em São Paulo no festival de TV Excelcior em 1966 com a música "Perdão" e Adriana Godoy.

No direito autoral, foi fundador do ECAD—Escritório Central de Arrecadação e Distribuição e na qualidade de Presidente da SICAM – Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais, liderou e venceu a luta contra a estatização dos direitos autorais no Brasil na época da ditadura.

Na década de 90 assumiu a Presidência da ASSIM – Associação de Intérpretes e Músicos (fundada por Elis Regina).

Atualmente é Presidente da UPARS - União Paulista de Artistas Seniores, que fundou com o objetivo de apoiar os artistas com mais de 50 anos de idade e 20 de carreira.

Desenvolveu e executou vários projetos culturais que está reapresentando agora na comemoração dos seus cinquenta anos de carreira como: "Um piano e sua história, seus estilos e seus mestres", "Jazz Latino (Samba Jazz)", "Eternos Festivais", "Projeto Erudsom (Som erudito)", "Adylson Godoy Piano e Orquestra", "Trios Brasileiros" e "Canto, Piano e Canções".

Em 2015 recebeu a condecoração de Comendador da Ordem do Mérito Cultural das mãos da Presidenta Dilma Rousseff e do Ministro da Cultura Juca Ferreira pelos relevantes serviços prestados à arte e cultura do Brasil.





Fotos históricas



Adylson Godoy (maior) e Amilton Godoy (menor) numa apresentação no  Cine Teatro em Bauru. O Amilton tinha 12 anos e o Adylson 14 anos. Audição a 4 mãos.

Os pianistas Adylson Godoy e Amilton Godoy no início dos anos 70

Adylson Godoy e Roberto Carlos numa festa de premiação promovida pela Socinpro - Sociedade de Intérpretes
e Músicos - Década de 70.

Adylson Godoy à esquerda com componentes do Grupo "Casé e seu Conjunto" num desfile de carnaval em Poços de
Caldas no final dos anos 60. 

Adylson Godoy no Programa Fino da Bossa dirigido por Elis Regina
Na foto: Maestro Ciro Pereira (de costas), Contrabaixista Bandeira, Trompetista Papudinho, Saxofonista Mazola e o pianista
Luiz Loy (fundador do quinteto Luiz Loy)


Adylson Godoy e Milton Nascimento, amigos desde a década de 60, onde se conheceram no II Festival Nacional,
promovido pela TV Excelsior (1966), onde Milton cantou a composição "Cidade Vazia" de Baden Powell. Nesse festival
Adylson Godoy estava concorrendo com quatro composições nas doze finalistas sendo: "Chora Céu" em parceria com
Luiz Roberto de Oliveira, interpretada pela cantora Claudya, obtendo o 3º lugar; "Perdão", defendida por Clara Nunes em sua primeira aparição em São Paulo e também em festivais; "Mensagem" defendida pelo cantor Djalma Dias e "Fim de Tristeza", defendida pela cantora Penha Maria.

Adylson Godoy (esquerda), Amilson Godoy (meio) e Amilton Godoy (direita)
Apresentação a seis mãos em teatro em SP. (década de 90)

Adylson Godoy e os seus irmãos Amilton Godoy e Amilson Godoy, executando "Aquarela do Brasil" de Ary Barroso, a seis mãos, em primeira audição no Brasil, no programa de Silvio Santos na década de 70 no quadro "Cidade contra Cidade". Na ocasião eles representavam a cidade de Bauru - SP e ficaram classificados em 1º lugar.



Capa do segundo LP do Adylson Godoy, lançado pela gravadora RGE (1970)


Primeiro Compacto simples de Adylson Godoy  lançado na década de 60
Primeiro LP de Adylson Godoy, lançado pela RGE com composições autorais