segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Uma Tarde de Outono em Embu das Artes: Onde a Música Encontrou as Letras

Maestro Hamilton Oliveira, Alan Leão, Secretário de Cultura, Maestro Adylson Godoy, Roberto Terassi,
Milton do Rancho, Secretário de Turismo, Ivo Farias, presidente da ACISE, Joseval Peixoto,
Daniela Almeida, presidente do CMEC/Embu e poeta Emerson Santana

   Há momentos na vida em que a arte nos surpreende, não apenas pela sua beleza, mas pela sua capacidade de unir pessoas e celebrar a essência da alma humana. Minha recente visita à Primeira Feira Literária de Embu das Artes foi, sem dúvida, um desses momentos. Ao aceitar o convite para prestigiar este evento, que teve como tema inspirador "Ler é transformar vidas", não imaginava a dimensão da emoção que me aguardava. Cheguei ao Centro Cultural Mestre Assis sob um céu de outono, e fui imediatamente envolvido pela atmosfera vibrante e acolhedora da feira.

    Desde os primeiros passos, fui recebido com um carinho imenso por toda a equipe organizadora. O calor humano e a admiração que transbordavam nos olhares e nas palavras de cada pessoa que me abordava foram profundamente tocantes. Foi uma verdadeira celebração da música e da literatura, onde as fronteiras entre as artes se dissolveram em um abraço caloroso.

    Tive a honra de receber atenção especial de figuras chave do cenário cultural e empresarial de Embu das Artes. O jornalista Mauricio Coutinho, com sua vasta experiência e conhecimento da história da cidade, acompanhou-me em uma caminhada inspiradora no final do evento, compartilhando histórias e curiosidades sobre o movimento artístico local. Sua paixão pela cultura e sua dedicação em preservar a memória da cidade foram admiráveis. O Secretário de Cultura, Alan Leão, expressou sua honra em me receber no evento e senti em suas palavras o entusiasmo e o compromisso em promover a arte e a educação em sua gestão.

    O Presidente da ACISE (Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Embu das Artes), Ivo Farias, também esteve presente, ressaltando o papel da feira literária como um motor de desenvolvimento econômico e social para a região. Sua visão empreendedora e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da cidade foram inspiradores, mas um dos momentos mais emocionantes da feira foi a homenagem ao jornalista e radialista Joseval Peixoto, com quem tive oportunidade de conversar. Tenho uma profunda admiração por sua trajetória brilhante, marcada pela ética e pelo compromisso com o jornalismo. Fiz questão de adquirir seu novo livro e de expressar meu respeito por seu trabalho e por sua contribuição para a comunicação brasileira.


    A apresentação musical da Banda Municipal de Embu das Artes, sob a regência do Maestro Hamilton Oliveira, também foi um ponto alto do evento. O repertório, com músicas populares e temas de filmes famosos, encantou o público e trouxe uma atmosfera de magia e nostalgia. Ver a juventude da cidade dedicando-se à música com tanto talento e paixão foi motivo de grande orgulho e esperança.



  Minha visita à Primeira Feira Literária de Embu das Artes foi enriquecida por um encontro inesperado e emocionante. Vários músicos da Banda Municipal e de outras apresentações durante os dois dias, me abordaram para contar que haviam estudado no CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical), a renomada escola de música fundada por meu irmão, o também pianista Amilton Godoy. Foi um momento de grande alegria e gratidão, ver o legado de nossa família na formação de novos talentos musicais.


    Eventos como a Primeira Feira Literária de Embu das Artes são fundamentais para o fortalecimento da cultura e, especialmente, para a atividade musical. Ao promover a união entre a literatura e a música, a feira cria oportunidades para que artistas de diferentes áreas se conectem, compartilhem experiências e desenvolvam novos projetos. Isso não apenas enriquece a cena cultural da cidade, mas também impulsiona a cadeia produtiva do evento, gerando empregos e renda para profissionais da música, da produção cultural e de setores relacionados. Além disso, a feira literária atrai turistas e visitantes, contribuindo para a lucratividade da cidade e para o desenvolvimento do comércio e do turismo local. É uma demonstração clara de como a cultura pode ser um motor de desenvolvimento econômico e social, transformando vidas e construindo um futuro melhor para todos.

    Espero com ansiedade por uma oportunidade de voltar no ano que vem, porque já confirmaram que o evento fará parte da agenda cultural da cidade. 


Veja o momento da minha 'Canja'